Capacitação e comercialização presentes na programação do 3º dia de palestras

A programação oficial no auditório da Expopec estava repleta de orientações de capacitação e comercialização do mercado da carne. O coordenador técnico do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural - Senar Goiás, Marcelo Penha ministrou a palestra “Ferramentas de Capacitação” abrindo passagem para a importância da entidade como formadora de profissionais do campo. “Em 2018 tivemos novos treinamentos inseridos na parte de agricultura, apoio agrossilvipastoril, de prestação de serviço, além dos direcionados a pecuária de corte. Vale a pena conferir,” observou Marcelo.

 

Dentro da sua palestra, ele convidou o produtor rural, agropecuarista, José Leão, da região de Novo Planalto para apresentar seu testemunho do significado da capacitação para melhora no desempenho da sua propriedade. “Os cursos do Senar no Grupo José Leão foram os voltados para a administração rural, aplicação de defensivos agrícolas, boas práticas agrícolas e uso correto e seguros defensivos, pulverizadores, cadastro ambiental rural, casqueamento de equinos, cerca elétrica e tradicional, entre outros,” contou o produtor.

 

Posteriormente foi a vez do instrutor do Senar, Tayrone Freitas Prado falar sobre os instrumentos de comercialização, os mercados futuro e a termo. “Os dados do mercado mudam continuamente, pois ele é soberano,” disse Tayrone. O instrutor apresentou as vantagens e desvantagens de cada mercado alinhado com os dados do boi gordo pelo Instituto Para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (IFAG). “Os custos de produção são desprezados por muitos. O que não pode acontecer,” concluiu ele.

 

Para fechar o ciclo de palestras da manhã, o presidente da Associação Brasileira dos Exportadores de Bovinos e Bubalinos (ABEBB) e CEO da Global Exports, Adriano Caruso ministrou a palestra “Exportação de Gado Vivo”. “Vou mostrar os procedimentos de como realizar uma negociação. Estamos vivendo ainda num monopólio. Mas somos campeão em qualidade, melhoramos a questão de sanidade do animal, a parte genética e buscamos o mercado,” ressaltou Caruso. Alguns procedimentos apontados por ele na palestra referem-se à negociação, acerto sanitário, contratação navio, requisição de gado, pesagem, transporte terrestre, operação portuária e pós-venda. Ao final, foi realizado um debate sobre os temas com os painelistas mediado pelo diretor executivo do IFAG, Edson Novaes.

No encerramento, a Suinocultura, Avicultura e Ovinocaprinocultura foram temas sobre oportunidades e desafios de produção em Goiás.

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