Abate de suínos e aves registra recorde

O IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística divulgou hoje, a Pesquisa Trimestral do Abate de Animais, do Leite e do Couro e Produção de Ovos de Galinha do segundo trimestre de 2021. Foi possível identifica que ocorreu abate de 7,08 milhões de cabeças de bovinos, quantidade 4,4% inferior ao segundo trimestre de 2020, no entanto esse número foi 7,4% superior ao primeiro trimestre do ano de 2021, mas ainda assim é considerado o patamar mais baixo desde 2011. 

Já Goiás saiu na contramão das quedas e abateu 81,40 mil cabeças a mais em comparação com o mesmo período do ano anterior, ficando em terceiro lugar no ranking nacional no comparativo.  O destaque ficou para a grande retenção de fêmeas no período e os recordes de exportação de carne bovina in natura em abril de 2021, segundo a Secretaria de Comercio Exterior. 

Já para aves, no segundo trimestre de 2021, foram abatidas 1,52 bilhões de cabeças de frango, aumento de 7,8% em comparação com 2020, e queda pontual de 3% em relação ao primeiro trimestre desse ano. Sendo este o melhor segundo trimestre desde o início da série de dados em 1997. Os bons resultados se devem ao patamar elevado das exportações da carne.  A produção de ovos chegou a 985,70 milhões de dúzias, alta de 0,9% em relação ao segundo trimestre de 2020 e 5% a mais que o primeiro trimestre desse ano.

A aquisição de leite cru foi de 5,82 bilhões de litros nesse segundo trimestre de 2021, com queda de 1% em relação ao mesmo trimestre de 2020 e 14% no comparativo com o trimestre anterior desse ano. No entanto, a produção é cíclica e se encontra na entressafra, o que justifica a queda.

Também nesse segundo trimestre de 2021, foram abatidos pouco mais de 13,04 milhões de cabeças de suínos, recorde de toda série histórica, alta de 2,9% em comparação com o trimestre anterior desse ano e de 7,6% em relação ao mesmo trimestre do ano anterior. Goiás contribuiu com esse recorde, abatendo mais 73 mil cabeças em relação ao mesmo trimestre do ano anterior.

Já na produção de couro, a alta foi de 6,2% no comparativo com o trimestre anterior, e de 2,6% no comparativo com o mesmo trimestre do ano anterior.

Comunicação Sistema FAEG/Ifag