Sem reformas, o Brasil não cresce!

Com a renovação no comando do Congresso Nacional, resultante da eleição de Arthur Lira à presidência da Câmara dos Deputados e Rodrigo Pacheco, do Senado, o Brasil se vê diante de uma grande oportunidade de mudar, para melhor, o rumo de sua história, proporcionando bem-estar e qualidade de vida de sua população.

É pelo Congresso, com atuação conjunta do Governo Federal e também do Judiciário – ou seja, pela boa articulação dos Três Poderes –, que o País finalmente poderá dar passos indispensáveis para melhoria do ambiente de negócios, investimentos, geração de emprego e renda, ao aprovar as tão necessárias reformas estruturantes – reforma administrativa e reforma tributária.

Igualmente, o avanço do País requer a aprovação dos novos marcos ferroviário, do setor elétrico e da nova lei do gás, temas apontados na Agenda Legislativa da Indústria a sera presentada em março ao Congresso Nacional.

Em meio a um cenário de emergência, é preciso elencar prioridades e a principal delas hoje é a reforma administrativa:

– O Estado tem de diminuir de tamanho, tem de parar de gastar e passar a tributar menos.

Temos de diminuir a carga tributária, que só se reduz com a diminuição de despesas públicas, que se aproximam de 90% do PIB.

– Um Estado inchado, com peso tributário, tira a competividade das empresas e penaliza o consumidor.

A redução dos gastos do governo federal com a reforma administrativa, aliada com uma reforma tributária justa, pode e deve reduzir a carga tributária sobre o setor produtivo nacional, peça fundamental na retomada da atividade econômica e superação dessa crise, rumo à construção de um Estado mais eficiente, justo e próximo ao cidadão.

Não há nenhuma política de inclusão social melhor e mais justa que a criação de empregos!

Portanto, as mudanças exigem de nossos parlamentares urgência, sabedoria, desprendimento e ação, independentemente de cor partidária, de viés ideológico.

O momento é esse! Não podemos perder o bonde da história!

Comunicação Sistema Faeg