Atlas do IBGE mostra que muitos produtores insistem no cultivo convencional: Senar Goiás oferece técnicas mais eficientes e de graça

O Atlas do Espaço Rural Brasileiro lançado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) como parte das comemorações dos 100 anos do Censo Agropecuário, trouxe um panorama que, entre as constatações, pode-se dizer que muitos produtores ainda persistem em trabalhar da forma que aprenderam com seus antepassados. 

No País, 26% de todos os estabelecimentos ainda fazem uso do cultivo convencional, em que, de forma geral, há muita perda de solo. Mais da metade dos produtores não utiliza práticas que beneficiam o solo, como plantios em nível, rotação de cultura, proteção de encostas, recuperação de mata ciliar e reflorestamento em áreas de nascentes.  Segundo o IBGE, em Estados como Rondônia, Tocantins, Mato Grosso e Goiás, mais de 60% dos estabelecimentos não utilizam nenhuma das boas práticas.

 Diante disso o sistema Faeg/Senar reforça o convite para que os produtores conheçam o trabalho da instituição que está sempre levando conhecimento e criando estratégias facilitar o acesso as tecnologias e práticas mais modernas de produção. O Objetivo é que se gaste menos, produza mais e com cada vez menos impactos ambientais. Acesse: https://sistemafaeg.com.br/senar/cursos-e-treinamentos ou  http://ead.senargo.org.br/  e ainda procure o Sindicato Rural da sua região para saber também sobre a Assistência Técnica e Gerencial (ATeG). 

A publicação mostra também que o índice de estabelecimentos agropecuários com acesso à rede elétrica cresceu 22%, alcançando 83% do total em 2017. Já a internet, no entanto, ainda é rara no meio rural: menos de 30% dos estabelecimentos têm acesso a ela. Maquinário como trator, colheitadeira e plantadeira é utilizado por 21,8% dos estabelecimentos.

Imagem: divulgação

Fonte: O Estado de S. Paulo – SP com adaptações do Sistema Faeg/Senar