Faeg destaca importância da contribuição de produtores rurais para evitar racionamento de água na capital

A Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), defende uma política de armazenamento e reserva da água através de barragens. Pois além de manter a produção agrícola, é sempre uma segurança para os momentos críticos de seca.

Tal prática é mantida na Fazenda Amaralina, na zona rural de Goiânia. E diante do período severo de estiagem, há uma semana, o proprietário decidiu contribuir com a melhoria da vazão do Meia Ponte, abrindo a comporta da barragem. Com a atitude espera-se superar o período de seca sem a necessidade de rodízio de fornecimento de água na capital.

Reequilibrar a disponibilidade de água na Bacia do Rio Meia Ponte é de extrema importância já que está com volume próximo ao nível crítico IV, uma vazão menor do que 2 m³/s por segundo.

A Faeg destaca que os produtores rurais estão contribuindo e seguindo o que está disposto no decreto de enfrentamento a crise hídrica, tanto na redução do consumo, como nesse caso, auxiliando diretamente para o aporte de água. 

A Fazenda Amaralina atua no ramo da pecuária e agricultura e armazena um volume em torno de 10 milhões de metros cúbicos de água. O proprietário, Airton Eustáquio Braga, buscou a Secretaria de Estado de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (Semad) para ser um parceiro no armazenamento hídrico e também gerar a própria energia elétrica. “Eu não sou proprietário disso, sou apenas um fiel depositário de cuidar dessas águas. Então essas águas são dos goianienses”

A chuva do último final de semana (22 a 24/10) também contribuiu para uma pequena recuperação da vazão, que em 30/10, apresentava o nível de 4.168 l/s, de acordo com dados da Semad. Mesmo assim, as medidas de economia de água seguem extremamente necessárias.

 Acompanhem o nível do Meia Ponte no portal:

https://www.meioambiente.go.gov.br/meio-ambiente-e-recursos-h%C3%ADdricos/crise-h%C3%ADdrica.html

Imagem: divulgação

Comunicação  Sistema Faeg/Senar/Ifag