CNA debate Manual de Boas Práticas das Cadecs e a relação na integração

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A Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) realizou uma live, na quarta (7), para debater o Manual de Boas Práticas das Comissões de Acompanhamento, Desenvolvimento e Conciliação da Integração (Cadecs) e a relação na integração.

O encontro contou com a participação do presidente da Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA, Iuri Pinheiro; do vice-presidente Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA, Adroaldo Hoffmann; e da assessora das Cadecs de Avicultura do Sistema FAEP/Senar-PR, Mariana Assolari. O moderador foi o consultor jurídico da CNA, Thiago Carvalho.

Iuri Pinheiro ressaltou que o manual vai ajudar muito na evolução da relação entre integrados (produtores) e integradoras (indústrias) dentro das Cadecs. Segundo ele, o documento foi desenvolvido com representantes de ambos os grupos e traz consensos importantes para toda a cadeia.

O presidente da Comissão Nacional de Aves e Suínos da CNA destacou que o manual não deve interferir em ações que estão em andamento ou acordos consolidados. Pinheiro ressalta a necessidade de empenho das indústrias e produtores para disponibilizar 100% dos Relatórios de Informações da Produção Integrada (RIPis) para as Cadecs, visto que este documento dos lotes produzidos é a principal matéria-prima da Cadec e, sem isso, não existe simetria de informações entre as partes.

Outro ponto fundamental é que, enquanto não existir um valor de referência definido pelo Fórum Nacional de Integração (Foniagro), as Cadecs serão responsáveis por assegurar a viabilidade econômica e equilíbrio dos contratos e a continuidade dos processos produtivos e de negociação.

“É importante lembrarmos que essa é a primeira versão do Manual. Temos que evoluir muito ainda, principalmente na discussão com as indústrias, além de exigir que os critérios sejam aplicados”, afirmou Pinheiro.

Para Adroaldo Hoffmann, a Lei da Integração (13.288/2016) e o Manual de Boas Práticas das Cadecs são demonstrações de que o sistema de integração vem evoluindo, mas é fundamental continuar investindo em qualificação e organização.

“Temos a obrigação de nos qualificarmos para que tenhamos associações e Cadecs fortes e para que a produção evolua e o produtor tenha sustentabilidade no seu negócio”, disse ele.



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