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Faeg avalia panorama da safra em Reunião das Comissões de Cereais, Fibras e Oleaginosas

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Faeg avalia panorama da safra em Reunião das Comissões de Cereais, Fibras e Oleaginosas

Na tarde desta sexta-feira, 08, a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (Faeg) recebeu, em reunião conjunta das Comissões de Cereais, Fibras e Oleaginosas e Crédito Rural, no mini auditório do Senar Goiás. Produtores rurais, representantes de entidades e a imprensa analisaram os problemas enfrentados no acesso ao crédito rural, os prejuízos com quebra de safra e a importância da lei Kandir.

O presidente da Faeg e deputado federal, José Mário Schreiner (DEM) compôs mesa juntamente com o presidente da Aprosoja e da Comissão de Grãos, Adriano Barzoto, o presidente da Comissão de Crédito Rural, Alexandro Câmara e o gerente executivo do agronegócio do Banco do Brasil, Álvaro Tosetto.

A pauta da reunião teve início com a discussão sobre os problemas enfrentados pelos produtores goianos em relação ao credito rural e o seguro agrícola. Na oportunidade Tosetto fez uma rápida explanação sobre a situação do credito oficial e das ferramentas de mitigação de risco agropecuário no país, passando a partir daí a responder o questionamento dos presentes.

Várias dúvidas referentes ao credito de custeio, investimento e comercialização foram respondidas pelo gerente executivo do Banco do Brasil, que foi enfático em colocar que é de total interesse do banco em financiar a safra nas melhores condições possíveis e está de portas abertas a receber as demandas dos produtores rurais.

O presidente da Faeg, José Mário Schreiner (DEM), complementou que há também há a necessidade de lançar mão dos esforços junto ao legislativo e executivo em Brasília para aprimorar as ferramentas do credito oficial do seguro rural: “Estamos fazendo um trabalho fortíssimo pela Frente Parlamentar da Agropecuária na melhoria do credito rural e do seguro agrícola. ”

O seguro agrícola também foi bastante discutido, principalmente, na situação onde o clima causa situações de perdas produtivas. “Os problemas de seca e o excesso de chuva acontecem num país tropical como o nosso e para mitigar estes riscos é fundamental ferramentas do seguro para a agropecuária, ” relatou Tosetto.

Após esta primeira demanda, passou-se a se debater a Lei Kandir e sua importância para agronegócio nacional. O analista técnico do Instituto Para o Fortalecimento da Agropecuária de Goiás (Ifag), Leonardo Machado explanou sobre o impacto da lei. “A lei potencializou o crescimento da produção, uma vez que nos tornamos competitivos, que proporcionou crescimento das exportações e do consumo interno, gerando qualidade de vida para os municípios, com o crescimento de empregos na agricultura e indústria. O Índice de Desenvolvimento Humano - IDH obteve avanço de 2000 a 2010 representando uma alta de 80%, ” explicou Machado.

Como último tema da pauta, foi feito um retrato da situação atual da safra, após dois períodos de estiagem, em dezembro de 2018 e dezembro de 2019. As estimativas para o cenário brasileiro, de acordo com dados coletados, apontam para uma produção próxima de 110 milhões de toneladas de soja, com perdas 10 milhões. Para Goiás, as estimativas também apontam perdas nas lavouras entre 1 milhão e 1 milhão e meio de toneladas.

No fim da reunião o vice-presidente institucional da Faeg, Eduardo Veras de Araújo finalizou a reunião apresentando os desafios os desafios enfrentados pelo setor neste início de ano e acrescentou que precisamos está unido para enfrentar os desafios que se apresentam.




Fotos: Fredox Carvalho

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