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Cavalgada marca inauguração do Centro de Equoterapia

ecoterapia curralinho Lariss Melo 74Gilmara Roberto

O Sindicato Rural de Itaberaí realizou, no último domingo (22/3), cavalgada com cerca de 250 participantes para marcar o início dos trabalhos do Centro de Equoterapia Curralinho. O espaço será a 48ª unidade que atende pessoas com deficiência ou vítimas de traumas em busca da reabilitação por meio do Programa Equoterapia, desenvolvido pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Rural em Goiás (Senar Goiás).

O Centro de Equoterapia Curralinho dispõe de equipe multiprofissional de fisioterapeuta, psicóloga, psicopedagoga, fonoaudióloga e assistentes sociais. Por meio da terapia ao cavalgar, o tratamento pretende devolver ao paciente habilidades motoras, comportamentais e de socialização. “Os ganhos são, principalmente, psicológicos. Os estímulos motores com o cavalo, que realiza um movimento tridimensional, fazem com que o corpo sofra correções e que a musculatura se fortifique. Tudo o que conseguimos fazer no consultório, é possível fazer em cima do cavalo”, explicou a fisioterapeuta do centro Aline Paniago Silva.

ecoterapia curralinho Lariss Melo 60Em Itaberaí, o Programa Equoterapia é realizado em parceria com o Sindicato Rural, a Prefeitura Municipal e voluntários. Os atendimentos serão realizados de segunda a sexta-feira, das 7h às 17h. Para participar, é preciso passar por avaliação médica em qualquer posto de saúde do município e solicitar o encaminhamento para a terapia a cavalo. “O médico irá fazer todos os exames e avaliar se o paciente está apto a fazer a equoterapia. Se aprovado, um dossiê do paciente será encaminhado à equipe do centro, que irá realizar uma visita domiciliar ao candidato a praticante e, posteriormente, desenvolver a linha de tratamento mais adequada para ele”, explicou a coordenadora do Centro de Equoterapia Curralinho, Mônica Meyer.

Atendimento
Vitória Pereira Rodrigues, de 14 anos, teve o desenvolvimento prejudicado por uma hidrocelafia, mas a família já sabe que trabalhar para a firmeza do corpo e pelo sorriso dela fica mais fácil quando a terapia é feita sobre o cavalo. “A autoestima, a reabilitação, a coordenação motora, a alegria, tudo nela fica melhor quando ela faz a equoterapia. Graças a Deus, os atendimentos estão chegando a Itaberaí. Seria uma despesa muito cara se eu tivesse que pagar ou se tivesse que ir a outra cidade buscar esse atendimento”, comemorou Cirlene Pereira Rodrigues, mãe de Vitória. A jovem já realizou equoterapia anteriormente, mas precisava se deslocar até a Cidade de Goiás para receber o atendimento. Agora, será uma das primeiras atendidas pelo Centro de Equoterapia Curralinho.

ecoterapia curralinho Lariss Melo 31Para o presidente da Associação das Pessoas com Deficiência de Itaberaí (AIDM), Leandro Ferreira de Oliveira, o Programa Equoterapia é importante também para quem convive com a pessoa com deficiência. “O ganho, às vezes, é ainda maior para a família do deficiente, porque a equoterapia vai trabalhar atividades cognitivas que o ajudam a melhorar em socialização. Este é um dos projetos mais importantes que trabalha com a pessoa com deficiência que existe em Itaberaí hoje”, afirmou o presidente.

“A prefeitura não poderia estar ausente de um projeto tão bonito como esse. Programas assim não podem ser apenas de obrigação do poder público. Quando juntamos Senar Goiás, o Sindicato Rural e a prefeitura em uma grande corrente positiva toda a comunidade se envolvem para um bem comum”, declarou o prefeito de Itaberaí, Roberto Silva.

ecoterapia curralinho Lariss Melo 07

Programa Equoterapia

O Programa Equoterapia é um dos projetos desenvolvidos pelo Senar Goiás que tem como missão o atendimento às demandas sociais da comunidade rural. “Dentro de todos os programas que desenvolvemos de responsabilidade social, a equoterapia tem assumido uma proporção muito grande dentro da nossa estratégia”, declarou Flávio Henrique Silva, chefe do Departamento Técnico do Senar Goiás. Para o gestor, o programa foi um projeto que tem dado certo porque grandes parceiros se comprometeram com o atendimento eficiente e a solidariedade às pessoas com deficiência.

Presidente do Sindicato Rural de Itaberaí, Carlos Lelis destacou que a execução do programa depende de grandes parcerias. “Temos as pessoas certas no lugar certo. O Programa Equoterapia representa um ganho muito grande para a sociedade que precisa não só de parcerias financeiras, mas também voluntárias”, afirmou.

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