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Certificada primeira fazenda de Goiás livre de brucelose e tuberculose em todo o rebanho

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A Fazenda Santa Rosa, localizada no município de Caturaí, pertencente ao criador Mauro Miranda Soares, é a primeira e única propriedade do Estado certificada pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária – Agrodefesa como Livre de Brucelose e Tuberculose em seu rebanho no ano de 2019. Isso foi possível após o cumprimento de todos os requisitos sanitários previstos no Regulamento Técnico do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose, aprovado pela Instrução Normativa nº 10, de 3 de março de 2017, da Secretaria de Defesa Agropecuária (SDA) do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). Anteriormente a certificação era realizada pelo Mapa, função delegada à Agrodefesa na IN nº 10.

A responsabilidade técnica pelo rebanho da Fazenda Santa Rosa é do médico veterinário Hélio Bernardes Pires Júnior. A certificação emitida pela Agrodefesa tem validade até 18 de julho de 2020. Porém, se ao longo desse período houver a detecção de um ou mais animais reagentes positivos em teste realizado por médico veterinário habilitado ou médico veterinário oficial ou ainda após confirmação de suspeita clínica, resultará na suspensão temporária do certificado até o restabelecimento da condição sanitária da propriedade.

Importância

A certificação de propriedade Livre de Brucelose e Tuberculose representa importante estratégia de atuação do Programa Nacional de Controle e Erradicação da Brucelose e Tuberculose Animal, cuja meta é combater duas zoonoses de grande impacto na saúde pública e animal. A grande vantagem de se possuir o certificado é agregar valor, garantindo a qualidade na produção e durante um ano a propriedade não precisará apresentar os atestados de realização de exames negativos de brucelose e tuberculose para transportar os animais para fora do Estado e para participar de eventos agropecuários.

Os procedimentos de certificação de propriedades livres de brucelose e tuberculose obedecem princípios técnicos estabelecidos pela Organização Mundial de Saúde Animal (OIE), portanto, acreditados e aceitos internacionalmente. A adesão é voluntária e o certificado é emitido pelo Serviço Veterinário Oficial Estadual (Agrodefesa), com validade de um ano.

Todas as propriedades com criação de bovinos e bubalinos podem adquirir a condição de livres de brucelose e tuberculose, bastando para isso adotar as providências especificadas. Confira a seguir.

Cumprir medidas de controle e erradicação da brucelose e da tuberculose, previstas na IN DSA nº 10, de 3/3/2017

Ter supervisão técnica de médico veterinário habilitado

Utilizar sistema de identificação individual dos animais, aprovado pelo Serviço Veterinário Oficial

Custear as atividades de controle e erradicação da brucelose ou da tuberculose

Vacinar todas as fêmeas, entre três e oito meses de idade, contra brucelose

Realizar dois testes de rebanho negativos consecutivos, com intervalo de seis a doze meses, sendo o segundo para brucelose realizado em laboratório da Rede Nacional de Laboratórios Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária (constituída pelos Laboratórios Federais de Defesa Agropecuária e laboratórios credenciados pelo Mapa)

Realização de dois testes de rebanho negativos consecutivos para tuberculose feitos em bovinos e bubalinos a partir de seis semanas de idade, num intervalo de seis a doze meses

Fonte: Agrodefesa

Comunicação Sistema Faeg/Senar


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