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Força feminina no Agro

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José Mário Schreiner, presidente do Sistema Faeg/Senar e deputado federal



“ A maioria das empreendedoras do setor está em postos de liderança, com perfil de escolaridade alta e independência financeira”.

A evolução e tecnificação dos sistemas produtivos da pecuária e agricultura gerou a transformação na exigência da mão de obra, antes braçal e pesada, em força intelectual e estratégica. Este novo cenário focado na eficiência de processos propiciou o aumento expressivo da figura feminina no campo. Segundo dados da Comissão sobre a Situação da Mulher (CSW), da Organização das Nações Unidas (ONU), 43% do 1,3 bilhão de pequenos agricultores do mundo todo são mulheres.

E esta realidade em crescente modificação foi tema de um levantamento realizado em 2018 pelo Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea) da Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz (Esalq), da USP, a respeito da presença feminina no campo. Nele são avaliadas as presenças da mulher nos diversos elos: agroindústria, transporte, varejo e outras áreas correlatas. E dados gerais indicam que entre 2004 e 2015, o número de mulheres no agronegócio aumentou em 8,3%.

Outras informações do mesmo estudo apontam que as vagas ocupadas pela população feminina melhoraram. A participação das trabalhadoras com ensino superior na área foi de 7,6% para 15% no período. Já aquelas com ensino médio, que eram 31% do total, foram para 42%. Já as ocupadas pelas mulheres que cursaram apenas o fundamental caíram, de 50,6% para 37,3%. Com a maior qualificação, a participação feminina no agro também envelheceu. O maior peso do crescimento foi dado pelas mulheres casadas e com mais de 30 anos de idade.

Podemos citar também o papel empreendedor da mulher e uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira do Agronegócio (ABAG) aponta que a maioria das empreendedoras do setor está em postos de liderança. A pesquisa mostra que 59,2% das mulheres na área são proprietárias ou sócias, 30,5% fazem parte da diretoria, são gerentes, administradoras ou coordenadoras e 10,4% são funcionárias ou colaboradoras. Além disso, 57% dessas mulheres participam ativamente de sindicatos e associações rurais.

O perfil da mulher que atua no agronegócio brasileiro é de escolaridade alta e independência financeira: 55% acessam a internet todos os dias, 60% têm curso superior completo e 88% se consideram independentes financeiramente, segundo a mesma ABAG.

A chegada da era digital trouxe novas tecnologias para o setor, ajudando no processo de otimização da produção e a maior participação das mulheres. Seja no setor da agricultura ou da pecuária, elas estão se destacando de uma maneira muito positiva, e vêm alcançando grandes resultados no Agronegócio

Vislumbrando todos esses papéis das mulheres no agronegócio, o Senar Goiás oferta diversos produtos de qualificação e aperfeiçoamento e dentro do seu portfólio há um produto exclusivo para elas, o programa Mulheres em campo. A capacitação modularizada, em formato de 5 encontros diários, são abordados temas como diagnóstico produtivo, empreendedorismo, planejamento, custos de produção, indicadores de viabilidade, comercialização além de desenvolvimento pessoal.

No intento de satisfazer os anseios do constante aperfeiçoamento dos agentes do agro, o Sistema Faeg/Senar/Ifag estimula a melhoria dos processos produtivos e de gestão da propriedade rural através de capacitações. Produtores e produtoras, procurem o seu Sindicato Rural que estaremos solícitos em atendê-los!

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