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Gestão de Risco na Cadeia Láctea foi painel do IV Encontro Estadual dos Empreendedores do Leite

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O diretor da Secretaria de Política Agrícola do Mapa, Luís Eduardo Rangel iniciou as atividades do período vespertino abordando em sua palestra “Programas de Aumento da Competitividade da Cadeia Agroindustrial de Leite no Brasil”. “Aqui em Goiás os produtores são antenados e sabem o que está acontecendo com a cadeia,” disse.

Um dos programas citados por ele foi o de Leite Saudável, que em parceria com o Sebrae promoverá a ascensão de 80 mil produtores de leite para a classe média rural. Ele tem como objetivo o alinhamento das políticas públicas para a melhoria da renda da produtividade, da qualidade do leite e da ampliação dos mercados interno e externo.

Além de contextualizar o mercado de leite e seus derivados, o diretor fez observações das importações, ressaltou a importância da heterogeneidade da produção brasileira, relatou sobre a política atual, políticas estratificadas para cada faixa de porte da produção e sobre o Plano da Competitividade Brasileiro. “Aqueles produtores que são apresentados às ferramentas de gestão conseguem dar saltos longos no processo de qualidade da cadeia,” disse. Para ele, modelar os comportamentos gerenciais nas propriedades é fundamental.

Um exemplo citado também foi o Observatório da Qualidade do Leite. Já os Estudos para o Plano de Competitividade do Leite Brasileiro são trabalhados em seis produtos. Os relatórios técnicos focam no fornecimento de energia elétrica nas bacias leiteiras, na infraestrutura na cadeia do leite, na identificação das propriedades de sucesso na produção de leite, modelagem das relações comerciais da cadeia e modelagem dos comportamentos gerenciais do produtor de leite e estratégias de ampliação da competitividade da cadeia do leite. “Estamos construindo com várias mãos estes estudos. Eles vão auxiliar a formulação de políticas públicas estratificadas,” explicou. Ao finalizar ele apresentou metas que vão de 2021 a 2030 atingindo laticínios, o consumo anual, a estabilidade e frequência de exportação, além dos excedentes da produção.

Ferramentas para Gerenciamento do Risco

De acordo com o responsável pelo serviço de inteligência de mercado lácteo do MilkPoint Mercado, Valter Bertin Galan, a ideia mais do que a solução do leite é pretensiosa. “Vamos falar o que se faz nos mercados dos Estados Unidos, Argentina e Nova Zelândia. E entender o nosso risco, o de preço, principalmente e ao que ele está associado. Além de discutirmos aqui os mercados futuros,” disse o palestrante que participou do evento pela segunda vez. Para entender o conceito de risco ele citou os de produção como o de clima, pragas/doenças, acidente e produtividade. “Os riscos de mercado são preços, suas variações, variações de custos, margens e liquidez,” listou. Após análise dos mercados, Galan concluiu que a maioria dos mercados no mundo apresenta volatilidade expressiva nos preços do leite, que há possibilidade de pensar ferramentas de proteção ao mercado brasileiro e possibilidade de contratos futuros que deve ser estudada pelo setor.

Casos de sucesso foram relatados pelos produtores Danilo Rezende de Silvânia e Danilo Macarine de Gameleira de Goiás aos ouvintes como possibilidades dentro do setor lácteo a serem seguidas. Houve mesa redonda pela manhã e no período da tarde com perguntas e respostas, e mediação do presidente da Comissão de Pecuária de Leite da Faeg, José Renato Chiari. “No setor leiteiro, foi nos exigida a profissionalização do setor e depois gestão. O que estamos fazendo aqui hoje é muito importante, e a partir disso consolidado vai mudar a relação de indústria e produtor,” afirmou.

Para ele, o Encontro foi o auge e um dia muito especial para todos. Após preenchimento de formulário no credenciamento do evento e visita aos estandes foram sorteados uma ordenhadeira para Ronaldo Pereira de Souza, de Porangatu e um desintegrador, para Rita de Cássia Pires. Mais de 30 brindes foram sorteados ao final do evento para o público presente.

Comunicação Sistema Faeg/Senar


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