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Chega a 94% o índice de propriedades rurais com bovinos e bubalinos que cadastraram coordenadas geográficas na Agrodefesa

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O índice de propriedades rurais com rebanhos bovino e bubalino que cadastraram as coordenadas geográficas (geolocalização) no Sistema de Defesa Agropecuária de Goiás – Sidago saltou de 48% para 94% nos últimos meses de 2019, com avanço de quase 100%. A medida, determinada pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento – Mapa é obrigatória e faz parte das ações do Plano Estratégico do Programa Nacional de Prevenção e Erradicação da Febre Aftosa 2017/2026 – PNEFA, para a retirada da vacina contra a doença a partir de 2021.

Os dados foram divulgados hoje (27/1) pela Agência Goiana de Defesa Agropecuária – Agrodefesa e constam do relatório final da segunda etapa da campanha de vacinação contra aftosa realizada em novembro último, já encaminhado ao Mapa. O presidente da Agência, José Essado, ressalta que esse resultado é muito positivo, porque demonstra o grau de conscientização dos pecuaristas e sua disposição em colaborar para que Goiás e o Brasil conquistem o status de país livre de febre aftosa sem vacinação o mais rapidamente possível.

Importância

A obrigatoriedade de informar as coordenadas geográficas foi divulgada pela Agrodefesa mais de um mês antes do início da vacinação de novembro, alertando aos pecuaristas para a necessidade de cadastrar as informações de geolocalização, sem as quais não seria possível registrar a declaração de vacinação, que também é obrigatória. Diante disso, o índice de propriedades com registro de informações de coordenadas geográficas avançou significativamente.

Ao final do prazo previsto para declaração de vacinação, a Agrodefesa decidiu aceitar o lançamento das declarações, mesmo das propriedades que não informaram sua geolocalização, para não prejudicar o índice vacinal. Contudo, mantém bloqueio das referidas propriedades para emissão de Guias de Trânsito Animal – GTAs até que o produtor cadastre as informações sobre as coordenadas geográficas.

A segunda fase do processo está em andamento. Consiste em detectar coordenadas geográficas com possíveis inconformidades, trabalho que está sendo executado pela equipe de Tecnologia da Informação da Agrodefesa. Além disso, os proprietários rurais que não cadastraram os dados da geolocalização, devem fazê-lo rapidamente. O Estado de Goiás, por meio da Agrodefesa, tem até o mês de março para repassar ao Mapa o relatório com 100% das propriedades georreferenciadas.

Fonte: Agrodefesa

Comunicação Sistema Faeg/Senar

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